sexta-feira, 29 de junho de 2012

ARIANO SUASSUNA - ESCRITOR BRASILEIRO



O escritor brasileiro Ariano Suassuna nasceu João Pessoa, em 1927. Defensor da cultura nordestina, a sua obra distribui-se pela dramaturgia, romance e pela poesia.
Entre as suas obras figura o Auto da Compadecida (1955) e A Pedra do Reino.
Proposto para o Prémio Nobel, em 2012.
In Wikipédia.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

CARLOS LISCANO (1949 - ) - ESCRITOR URUGUAIO

O escritor Carlos Liscano, atual diretor da Biblioteca Nacional do Uruguai, integrou o Movimento de Libertação Nacional - Tupamaros. Liscano esteve preso entre 1972 e 1985.
Carlos Liscano nasceu, em 1949, em Montevideu. Após a sua libertação em 1985, exilou-se na Suécia, tendo retornado ao Uruguai em 1996.
A obra de Carlos Liscano sofreu influências de Kafka e de Louis-Ferdinand Céline.
In Montevideo Portal, 27/6/2012; Wikipédia.

terça-feira, 26 de junho de 2012

GRAÇA ARANHA (1868-1931) - ESCRITOR BRASILEIRO

GRAÇA ARANHA (1868-1931) publicou, em 1902, Canaã, a sua obra mais importante, considerada um marco do pré-modernismo brasileiro, juntamente com Os Sertões de Euclides da Cunha.
A obra desenvolve uma espécie de tese sociológica, onde aborda questões da imigração europeia para o Brasil.
Graça Aranha é um dos imortais da Academia Brasileira de Letras e foi um dos organizadores da Semana de Arte Moderna de 1922.
In Wikipédia, Educar para Crescer

quinta-feira, 14 de junho de 2012

LUIZ VILELA (1942 - ) RETIRA NOME DE UM CONCURSO LITERÁRIO

O escritor brasileiro Luiz Vilela, que nasceu em Ituiutaba, em 1942 retirou o seu nome de um concurso, que desde 1984, tem contribuído  para a divulgação do conto brasileiro, promovendo o aparecimento de novos talentos. As razões desta atitude de Luiz Vilela prendem-se com o facto do regulamento do concurso ter sofrido algumas alterações sem o conhecimento do escritor.
Luiz Vilela, entre muitos outros livros, escreveu O fim de tudo (contos, 1973) que lhe mereceu o Prémio Jabuti.
Ver Wikipédia, http://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_Vilela; G1- Globo.com

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

DELFINA BENIGNA DA CUNHA (1791-1857) - POETISA BRASILEIRA

Delfina Benigna da Cunha (1791-1857), nascida no Rio Grande do Sul (Brasil)é considerada uma das fundadoras da literatura gaúcha. Tem sido considerada a autora do primeiro livro de poesia impresso no Rio Grande do Sul (1834), uma primazia que investigações mais recentes atribuem a Maria Clemência da Silveira Sampaio.
A sua poesia é caraterizada por um intimismo elegíaco que levou João Pinto da Silva a compará-la a Marceline Desbordes-Valmore, a única mulher que faz parte dos poetas malditos selecionada por Paul Verlaine.
Uma epidemia de varíola deixou Delfina Benigna da Cunha cega, com cerca de vinte meses. Tal não veio a impedir que viesse a adquirir uma sólida educação, enraizada na cultura clássica e portuguesa.
"Poesias oferecidas às senhoras rio-grandenses", foi a sua obra de estreia. No prólogo explica os motivos que a levaram à publicação da obra: "Não é a glória que me convida a fazer a presente publicação: nem posso ter pretensões a louvores. A minha obra os não merece, disso tenho consciência.(...) A necessidade é o meu amor próprio, eu nem posso ter outro. (...) Tenho precisão de recursos, e eu peço recursos, oferecendo em troca o único trabalho de que é capaz quem é cega desde o berço!"
A sua última obra foi uma "Coleção de várias Poesias dedicadas à Imperatriz Viúva" (1846).
As "Poesias oferecidas às senhoras rio-grandenses", iniciam-se com o seguinte soneto:

"Em versos não cadentes, oh leitores,
Vereis os males meus, vereis meus danos:
Da primavera as galas e os verdores
Não brilharam p'ra os meus primeiros anos.

Mesmo n'infância exp'rimentei rigores
De meus fados crueis sempre inumanos,
Que só me destinaram dissabores,
Mil males revolvendo em seus arcanos.

Sem auxílio da luz, que o sol envia,
Versos dignos de vos tecer não posso;
Desculpai minha ousada fantasia.

Com estes cantos meus, mortais,adoço
A mágoa que o meu estro só resfria:
Se mérito lhe dais, é todo vosso.

Fontes: Massaud Moisés e José Paulo Paes (org.)(1987), "Pequeno Dicionário de Literatura Brasileira", 3º ed, Cultrix, São Paulo, p. 408-9; http://pt.wikipedia.org/wiki/Marceline_Desbordes-Valmore; http://pt.wikipedia.org/wiki/Poesias_oferecidas_%C3%A0s_Senhoras_Rio-Grandenses; http://pt.wikipedia.org/wiki/Delfina_Benigna_da_Cunha.

sábado, 27 de agosto de 2011

JORGE AMADO (1912-2001) - CENTENÁRIO DO NASCIMENTO

No próximo ano, o escritor baiano Jorge Amado faria 100 anos. As atividades destinadas a comemorar esse centenário, que decorrerão até ao final de 2012, foram já, parcialmente, tornadas públicas pela Fundação Casa de Jorge Amado. Para o efeito serão constituídos círculos de leitura, exibição de filmes, oficinas de arte literária, leituras em praças públicas, montagem de espetáculos e debates sobre as suas obras.
Programa até ao final de 2011, divulgado pela edição online de Globo.com (10/8/2011):

Agosto

17/08: Biblioteca de Itaparica - Oficina literária sobre a representação do negro na obra ‘Tenda dos Milagres’ destinada aos alunos do ensino médio e pré-vestibulandos do município de Itaparica.

18/08: Casa Afrânio Peixoto (Lençóis) – Conferência ‘Jorge Amado: da ancestralidade à representação dos Orixás’, com o professor Gildeci de Oliveira Leite, diretor do Departamento de Ciências Humanas e Tecnologia (DCHT), da Universidade do Estado da Bahia (Uneb/Seabra).

28 e 29/08: Biblioteca Infantil Monteiro Lobato (bairro Nazaré, Salvador) - X Encontro do Programa Nacional de Incentivo à Leitura Salvador (Proler) com o debate do tema ‘Leituras e releituras de Jorge, o Amado’ e realização de oficinas, palestras, saraus literários sobre o trabalho do escritor.

Outubro

10ª Bienal do Livro da Bahia – O evento, no Centro de Convenções da Bahia, prestigiará o Ano Jorge Amado, com lançamento de livros e realização de palestras, numa iniciativa da Secult, Secretaria de Educação (SEC) e empresa Fagga.

Salão Baiano de Turismo – Lançamento de roteiros turísticos na Bahia baseados na vida e obra de Jorge Amado.

Novembro

Lançamento do livro ‘Verger, Carybé e Jorge Amado’ - Responsáveis: Fundação Pierre Verger e Fundação Casa de Jorge Amado.

Lançamento do livro ‘Jorge Amado: 88 anos de vida e obra’ - Edição atualizada e revisada de ‘Jorge Amado 80 anos de vida e obra: subsídios para pesquisa’. Responsáveis: Editora da Ufba (Edufba) e a Fundação Pedro Calmon

Dezembro

16/12: Palestra ‘Jorge Amado: o escritor de Orixás e Candomblés da Bahia’ – O palestrante será o professor de literatura brasileira, Gildeci de Oliveira Leite. Responsáveis: Casa Afrânio Peixoto e Universidade do Estado da Bahia (Uneb /Seabra)

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

IGNACIO PADILLA - PRÉMIO LA OTRA ORILLA 2011

Ignacio Padilla ganhou o Prémio La Otra Orilla 2011, que é atribuído pela Editorial Norma e pela Associação para a promoção das Artes (Proartes) da Colômbia, desde 2005, a um romance inédito de um escritor hispanoamericano.
O júri, composto por Juan Gossain, Horacio Vázquez-Rial e Pere Sureda, escolheu o seu romance El daño no es de ayer, destacando o seu enredo misterioso, absurdo e fantástico.
Ignacio Padilla nasceu na Cidade do México, em 1968, e é já há algum tempo umas das referências fundamentais da literatura mexicana. Integra com Jorge Volpi e Ángel Palau a famosa geração "crack" da literatura mexicana.